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São 6 meses de uma gestão que vive de improvisos” analisa Evinha Oliveira sobre governo de Luiz de Deus

Evinha Oliveira (Solidariedade), durante a última sessão do semestre, antes do recesso parlamentar, transmitida nesta segunda-feira (28), analisou o 1º semestre da gestão do prefeito Luiz de Deus (PSD), e concluiu que, apesar de ser uma gestão continuada, o conhecimento adquirido nos últimos quatros anos, não favoreceu esse início de mandato. 

A vereadora afirmou que o governo vive de improvisos: 

“Eu esperava já nesses primeiros meses alguns direcionamentos importantes. Não vejo de forma clara para onde esse governo quer conduzir essa cidade. O governo se comporta como se conhecesse agora como funcionam as coisas. Por exemplo, a pandemia; há mais de 1 ano estamos sofrendo com essa enfermidade e ainda vemos as coisas sendo feitas a toque de caixa, sem planejamento.” 

A parlamentar aprofundou a questão insistindo que o processo de vacinação levado pela Secretaria de Saúde, continua sendo um problema. 

“Há quanto tempo insisto em ter mais postos [de vacinação] para dar mais conforto à população. Vacina-se hoje e depois para mais uns dias; vacinas que chegam e ficam estocadas enquanto crescem o número de vítimas da Covid; a gente não quer ver essa fila de vítimas, queremos que se vacine o mais rápido possível para que a população tenha mais chances de se salvar.” 

Educação 

“A gente não está vendo como está sendo feito esse planejamento. Então qual está sendo a estratégia para que as aulas sejam retomadas?, como está a preparação das escolas e dos profissionais?, não temos essas informações.” 

Gasto Público 

“A prova do esgotamento financeiro é esse decreto [baixando na última semana pelo prefeito Luiz de Deus], voltado para a parte financeira, vimos vários distratos sendo feitos, e a culpa do esgotamento é sempre do Hospital Nair Alves de Souza, mas a prefeitura não mostra claramente quanto se gasta no Hospital. Quanto é a folha?, quanto se gasta com insumos?, a gente encerra o 1º semestre aqui no Legislativo sem saber o rumo do Hospital, quando eu falo “a gente” me refiro à população.” 

Obras inacabadas 

“Durante a campanha vimos que a cidade se transformou num canteiros de obras; então não tinha planejamento com os valores dessas obras?, porque estamos vendo o abandono, como, por exemplo: o Ruberleno. Na campanha a gente via dezenas de pessoas trabalhando, agora a gente passa e vê, ali, no Capuxu, ferros abandonados, na eleição eram várias pessoas. Então vamos deixar a cidade com cara de abandono?, terminando esses primeiros seis meses sem direcionamento.” 

CPI 

“A gente tem uma declaração do ex-secretário de Saúde afirmando que as decisões eram tomadas de forma colegiada, então por que só uma funcionária foi afastada?, nós encerramos sem essas informações.” 

Por fim, Evinha disse que seu gabinete continua aberto toda a semana e que atenderá a população pelo Whatsapp, que fará lives e que não vai parar. 

“Continuem se cuidando, usando máscara e usando álcool em gel.”

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