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Correios supera 2,2 milhões de encomendas durante Black Friday

A Black Friday novamente se provou como uma data de imensa importância para o mercado, em diversos setores. Em mais uma edição, neste ano realizada em meio a recomendações de isolamento social devido ao coronavírus, o evento injetou combustível no comércio online e atingiu alta recorde.

Conforme os Correios, em nota, a segunda-feira, 30 de novembro, primeiro dia útil após a Black Friday, registrou mais de 2,2 milhões de objetos postados. Maior volume de encomendas já obtido em somente um dia, em toda a história da empresa.


Os números representam um incremento de 19% no volume de encomendas postadas, em relação ao primeiro dia da Black Friday do ano anterior, e representa um incremento de 13%, se comparado a 2019. Questionada pela reportagem sobre o volume de encomendas somente no Ceará, a estatal não forneceu detalhes. “Por se tratar de assunto estratégico, sensível ao negócio, os Correios não detalham esse tipo de informação”, explicou.

Em uma recorte de tempo maior, considerando desde a primeira hora de sexta-feira, 27, até o fim de segunda-feira, 30, a empresa recebeu um total de mais de 4,2 milhões de encomendas: 15,1% a mais do que no mesmo período do ano passado.

“Os Correios se prepararam durante todo o ano para absorver as demandas do setor, em franco crescimento. Com uma gestão estratégica voltada especialmente para a operação Black Friday, a empresa realizou investimentos em sua capacidade de tratamento e de transporte para alcançar ganhos de produtividade e garantir a qualidade das entregas”, disse a empresa, em nota.

O alinhamento das operações logísticas foi essencial para o sucesso de vendas da Black Friday em 2020. Desaquecido por conta da pandemia e das restrições sociais, o comércio apostou na data para iniciar o ciclo de compras natalícias em alta. A principal solução foi digital. O aumento do e-commerce gerou engajamento dos consumidores e aumento de 25,1% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento feito pela Ebit/Nielsen.

(Fonte: Agencia Brasil).

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